Todo Líder Viverá Como um Founder
Produzido por:
Sumário
01
Give Back
Essa série de e-books nasceu com um único propósito: devolver.
Devolver à comunidade tudo o que estamos aprendendo.
Devolver às lideranças os questionamentos que também estamos vivendo.
Devolver ao mercado uma visão mais humana, mais prática e mais real sobre o que significa liderar hoje.
Nós também estamos nesse processo de descoberta.
Não temos todas as respostas.
Mas temos vontade de investigar.
De escutar.
De provocar.
Foi com esse espírito que, em março, lançamos o primeiro e-book: Liderança Contemporânea – Report SXSW 2025.
A repercussão foi surpreendente.Tanto em profundidade quanto em quantidade de leitores.
E foi esse chamado que nos incentivou a continuar.
Esse é o segundo de uma série de e-books que vamos lançar ao longo do ano.
Cada um mergulhado em uma camada do que significa liderar neste novo tempo.
Este aqui nasceu de um insight muito claro:
"O líder contemporâneo está sendo forçado a viver o que os founders de startup já escolheram viver há anos."
  • Ambiente instável.
  • Pressão constante.
  • Incerteza como regra.
  • Decisões com base parcial.
  • E a missão de cuidar do time mesmo quando tudo ao redor está desmoronando.
Foi aí que a ficha caiu:
Se o mundo está empurrando todo líder para viver como um founder…
por quê não ouvir diretamente quem já vive assim?
Nós viemos desse lugar, viemos da Startup Netshoes, investimos em mais de 14 startups, mentoramos muitos Founders aqui na Organica e na Endeavor, então escolhemos a dedo pessoas de nosso convívio e que admiramos muito para:
Uma conversa sincera.
Sem glamour, sem pitch, sem palco.
Queríamos extrair da experiência deles aquilo que mais nos inspira:
a capacidade de sustentar a liderança em meio ao caos, a montanha russa que é ser Founder e C-level de uma startup.
(Aliás, o grafismo deste e-book é inspirado nessa ondulação, nesse sobe e desce que é a vida de um fundador.)
Eles abriram o coração.
Contaram acertos, erros, dilemas e aprendizados que vieram com a dor, mas também com a consistência.
E aqui está o resultado.
Esse e-book não é um manual.
Não é um guia.
É um convite.
Um convite para você se provocar.
Revisitar suas certezas.
E talvez descobrir que, para liderar no agora, você vai precisar aprender a viver como um founder também.
Boa leitura!
02
Quem co-construiu este material
Esse material foi co.criado a muitas mãos.
Ou melhor: a partir de muitas escutas.
Reunimos um time potente de founders, líderes e pensadores contemporâneos para mergulhar conosco nos dilemas mais profundos da liderança atual.
Todos os nomes abaixo contribuíram não apenas com ideias, mas com vivências reais, dilemas sinceros e aprendizados compartilhados com generosidade.
São essas pessoas que ajudaram a transformar conversas em conteúdo.
E conteúdo em contribuição coletiva.
Roni Cunha Bueno
Organica
Empreendedor, fundador da Organica e provocador nato. Gosta de investigar o invisível por trás das decisões e abrir caminhos para uma liderança mais humana e sustentável.
Priscilla Erthal
Organica
Co-CEO da Organica. Inquieta, observadora e intuitiva. Tem como missão ajudar pessoas e empresas a fazerem as pazes com a sua verdade e potência criativa.
Victor Santos
Liv Up
Founder da Liv Up. Carrega a transformação como propósito seja nos sistemas alimentares ou nos modelos de liderança. Fala com verdade sobre o que viveu (e aprendeu) empreendendo.
Mariana Dias
Gupy
CEO e cofundadora da Gupy. Referência em cultura organizacional, diversidade e tecnologia para RH. Traz a escuta afiada e o cuidado como centro da liderança.
Daniel Wjuniski
Sallve
Fundador da Sallve. Vive o desafio de construir uma marca humana e escalável. Traz aprendizados práticos sobre coragem, consistência e cultura de cuidado
Felipe Oliva
Squid
Cofundador da Squid. Um dos pioneiros do marketing de influência no Brasil. Traz ao debate a vivência de quem equilibra inovação, gestão de gente e decisões difíceis.
Max Oliveira
Maxmilhas
Founder da Maxmilhas. Fala com franqueza sobre erros, aprendizados e os bastidores de liderar em contextos imprevisíveis. Tem no pragmatismo um estilo de liderança autêntico.
Rafaela Cechinel
Feedz
Co-fundadora da Feedz. Tem uma fala precisa, uma escuta rara e uma visão sobre cultura organizacional que conecta prática com intenção.
Rodrigo Batista
Digitra
Founder e CEO da Digitra.com e do token DGTA. Fundador do Mercado Bitcoin e apresentador do programa Cripto Brasil na CNBC. Fala com profundidade sobre tomada de decisão em ambientes de alta pressão, risco e velocidade.
Diego Carmona
Carmona Capital
Founder, investidor e mentor. Fala sobre intuição, presença e caos com profundidade. Um dos grandes nomes quando o assunto é liderar com verdade.
Paulo Deitos
Captable
CEO da Captable. Atua no ecossistema de inovação conectando investidores e startups. Traz uma leitura estratégica sobre os novos modelos de liderança.
Lucas Schoch
Bitfy
Acionista e ex-CEO da Bitfy. Lidera no mundo cripto com agilidade e lucidez. Fala sobre tecnologia, cultura de inovação e os desafios de crescer sem perder a essência.
Bruno Villas
Empreendedor serial e voz ativa no ecossistema digital. Traz um olhar pragmático e provocador sobre o que significa realmente liderar na nova economia.
03
Os desafios que estão moldando a nova liderança
Este material não traz respostas prontas.
Traz provocações que emergem da prática.
O que você vai encontrar a seguir são desafios estruturantes que todo líder contemporâneo precisa aprender a navegar.
Sem fórmula.
Sem manual.
São conversas sinceras sobre o que acontece quando a liderança é colocada à prova.
Ao longo dos próximos capítulos, você vai encontrar 4 desses desafios que os Founders aprenderam a conviver:
  • Lidar com a incerteza sem paralisar
  • Tomar decisões com poucos dados
  • Equilibrar urgência com cultura saudável
  • Tomar decisões difíceis sem perder o time
Esses temas não são mais exceção, são o novo normal.
Nosso convite:
Leia com presença.
Reflita com liberdade.
E permita que algo aqui te transforme.
Aqui, reunimos os aprendizados reais de founders que já vivem nesse lugar de tensão constante.
Eles não nos trouxeram respostas definitivas.
Mas deixaram pistas para caminhos possíveis.
3.1
Lidar com a Incerteza sem Paralisar
Quando o futuro é bruma, a liderança precisa ser farol.
Cenário
Estamos vivendo uma era onde o planejamento de longo prazo já nasce desatualizado.
A velocidade das mudanças, o impacto da inteligência artificial, os novos modelos de trabalho e a sobrecarga emocional tornaram o ambiente corporativo profundamente instável.
O líder contemporâneo não pode mais se dar ao luxo de esperar certezas.
Ele precisa decidir com base em hipóteses, ajustar rápido, comunicar mesmo sem todas as respostas e, ainda assim, manter a confiança do time.
Nesse contexto, a incerteza deixou de ser um obstáculo.
Ela passou a ser o cenário-base da liderança.
O que aprendemos com os Founders
Há uma maturidade que só a convivência com o caos desenvolve, mas o que eles podem nos ajudar?
Os founders mostram que a incerteza deixou de ser exceção.
Ela é o novo normal.
E nesse novo normal, a liderança não busca mais controle absoluto.
Ela busca presença
Palavra bonita, mas muito complexa para se conseguir, o que percebemos é que eles em suas frases não se apoiam em apenas uma variável para dirigir o barco em mar turbulento, mas sim em:
  1. Propósito e Visão;
  1. Leitura de contexto possível;
  1. Intuição;
  1. Vulnerabilidade com o time;
  1. Autoconhecimento;
  1. Abertura ao erro.
O que torna a jornada um movimento sustentável de presença em um cenário de incertezas.
3.1.1 Propósito e visão
Felipe mandou essa:
“Durante minha jornada empreendedora, aprendi a aceitar que nem tudo estará sob meu controle. Quando estou em momentos difíceis, volto para o longo prazo e para a razão pela qual comecei.”
Felipe Oliva – Squid
A estratégia de longo prazo ainda é importante.
Mas agora, mais do que um plano, ela precisa ser uma direção.
Clara o suficiente para guiar.
Flexível o suficiente para adaptar.
E não é uma ausência absoluta de dados é
3.1.2 Leitura de contexto possível
Se nos guiarmos pela visão de longo prazo e juntarmos as informações possíveis, temos um caminho:
“Mantendo o foco no longo prazo. Importante olhar com clareza os dados e as premissas antes de decidir. E, principalmente, proteger a essência da empresa.
Bruno Villas
É o caminho possível para o momento, e temos que ficar confortáveis que é a melhor decisão que temos hoje é a possível.
Eles agem com responsabilidade mesmo sem todas as respostas. Ajustam no caminho. Erram. Corrigem. Comunicando sempre.
“Tomo decisões com os dados que tenho, sem ficar travado esperando todas as variáveis. Ajusto rápido. É melhor errar e corrigir do que paralisar com medo.”
Max Oliveira – Maxmilhas
Um dado que não está em planilha, mas sim dentro de cada um de nós, e que bebe de nosso histórico, de nossa vida é a:
3.1.3 Intuição
Seguindo sua visão e propósito, juntando os dados possíveis, se você permitir sua intuição vira guia, vira bússola para dar o caminho, mesmo que ainda nebuloso.
“Eu aprendi que não adianta esperar a neblina sumir pra andar. Liderar hoje é avançar com farol baixo, ouvindo o que o caminho vai revelando.”
Roni Cunha Bueno – Organica
O poder de escutar a intuição quando na dificuldade de clareza no curto prazo, até que se tenha mais dados.
A certeza é que eles não esperam por clareza total para então agir, e se mover pela intuição em busca de suas ambições mais verdadeiras e corajosas, sua visão:
“Me apoio nos dados, mas confio na minha intuição. Me observo o tempo todo para entender se estou agindo por medo ou por visão.”
Victor Santos - Liv Up
O que não se admite é paralisar.
E como time é o recurso número um de todos esses founders a comunicação aparece como músculo essencial.
3.1.4 Vulnerabilidade com o Time
Uma comunicação vulnerável com o time vem com três adjetivos:
Transparência.
Humanidade.
Escuta.
“Gerencio minhas expectativas e dou muita transparência ao time. Tento me mostrar humana. Quando erramos, eu assumo. Quando acertamos, dividimos.”
Mariana – Gupy
Ninguém espera líderes perfeitos.
Mas todo mundo espera líderes verdadeiros.
Com muita análise de dados, proximidade com o time e presença em momentos críticos. Clareza não vem do silêncio, vem do diálogo.”
Rafaela Cechinel – Feedz
A verdade, dita com respeito, com diálogo, fortalece até nos momentos mais difíceis.
“Incerteza virou rotina. O segredo está em ser transparente com o time, mesmo quando não sabemos tudo. As pessoas aguentam a verdade.”
Lucas Schoch - Bitfy
Isso tudo ajuda a reduzir o ruído, reduzindo o ruído, você reduz os espaços escuros, menos espaços escuros menos MEDO!
“Busco manter a saúde mental do time alinhada à direção estratégica. Errar rápido, mas comunicar com clareza para reduzir o ruído.”
Paulo Deitos - Captable
Outro ponto atravessa todos os relatos:
É impossível cuidar do time se o líder não cuida de si.
3.1.5 Autoconhecimento
Observar-se;
Conversar;
Pedir ajuda.

Não se isolar nas próprias certezas.
Isso é maturidade emocional.
E virou competência central.
“Lido com a incerteza como parte do jogo. Aprendi a usar o caos como espelho. Me observo nele.”
Diego Carmona – Carmona Capital
E é uma jornada de conhecimento, não só autoconhecimento do líder, mas a busca incessante por clareza, que só a prática, o campo, o feedback real pode dar.
3.1.6 Abertura ao erro
Esse tema já quase chavão, clichê, mas não deixa de ser uma peça fundamental desse quebra cabeças. Pois só permitindo o erro é que se testa de verdade as hipóteses e se entende rapidamente se os caminhos tomados até aqui foram os melhores
“Eu sempre entro em ação. O dia a dia apresenta aquilo que estava precisando ajustar em nós ou na empresa."
Priscilla Erthal – Organica
Trouxe a Pri, para fechar essa primeira conversa.
Não é uma fórmula exata, nem matemática, mas são fatores que somados vão te dar mais instrumentalização para você navegar na Incerteza sem paralisar.
Highlights para guardar e praticar

Propósito e Visão
Quando tudo em volta está nebuloso, só uma direção clara impede o time de se perder.
Prática: Reafirmar sempre o propósito de estarmos todos ali e reforçar a ambição coletiva de forma clara.

Leitura de Contexto Possível
Não se trata de ter todos os dados, mas de ler o cenário com humildade, escuta ativa e agir com responsabilidade. O possível é melhor que o perfeito que nunca chega.
Prática: Se conforte com o que você tem, extraia o maior valor possível das evidências e entre em ação, pois a ação vai te dar novos dados.

Intuição
Quando a lógica se esgota, a intuição entra como bússola. Mas ela só funciona se estiver alinhada com sua verdade, com sua coragem de buscar sua ambição mais verdadeira.
Prática da Organica: Antes de uma decisão importante, busque a SOLITUDE, tenha um momento seu, com você mesmo, esvazie a cabeça, esteja em um ambiente quentinho, gostoso e confortável. Faça um exercício de respiração e se pergunte o que deseja escutar. Essa será sua melhor resposta. Não necessariamente de certo, mas é a melhor que você tem.

Vulnerabilidade com o time
Transparência não é fragilidade é liderança. Mostrar o que você sabe (e o que não sabe) gera empatia, conexão e fortalece o elo e reduz o ruído.
Prática: Coragem para falar a verdade sem perder a amizade

Autoconhecimento
Você é o instrumento da sua liderança. Se não se escuta, não escuta ninguém. Observar-se é parte da estratégia. Invista em você.
Ninguém sabe responder porque um executivo tem que entrar em quadra sozinho e um tenista tem um time de quase 10 profissionais o ajudando. (Treinador, preparador físico, Massagista, Fisio, nutricionista, técnico de video…). Porque você tem que ser sozinho?
Prática: Invista em você, iniciando por um excelente mentor. Alguém que já esteve na quadra e hoje pode te ajudar olhando-o de fora.

Abertura ao Erro
Errar rápido é importante. Mas mais importante ainda é aprender rápido. Quem não cria espaço para o erro, fecha a porta para a inovação real.
Prática da Organica: Busque uma dinâmica de aprender com todos os eventos do seu negócio, e principalmente com os erros:
O que testamos?
O que aprendemos?
O que faremos diferente?
Sem julgamento. Só aprendizado e próximo passo.
3.2
Tomar Decisões com Poucos Dados
Um Deep Dive nesse tema tão chave, entre ser um líder tradicional ou um líder contemporâneo
Cenário
A realidade atual exige velocidade.
Mas a velocidade nem sempre vem acompanhada de todas as informações.
Muitos líderes ainda esperam o cenário “ideal” para agir.
Mas quem espera demais, perde o timing.
E quem age no susto, quebra confiança.
O dilema está em decidir mesmo com dados incompletos.
E mais: equilibrar razão com intuição sem cair em achismos ou paralisia.
Os fundadores vivem esse jogo há anos.
Sabem quando acelerar.
Sabem quando escutar o corpo.
Sabem quando pedir uma segunda opinião.
E aprenderam muitas vezes do jeito mais difícil que nem toda certeza vem do Excel.
O que aprendemos com os Founders
Eles nos trouxeram muito sobre a escuta interna a tal da intuição.
A voz que vem do coração, que dá coragem para tomar decisões com poucos dados.
Conseguimos entender um caminho:
  1. Conecte-se;
  1. Observe;
  1. Confronte;
  1. Ação;
  1. Reflita;
  1. Aprenda e Calibre.
3.2.1 Conecte-se
A intuição é o poder de .
É uma leitura rápida de contextos, baseada em vivência, repertório e emoção.
“Intuição pra mim é uma leitura rápida do contexto com base em experiências anteriores.”
Diego Carmona – Carmona Capital
Essa habilidade vem sendo cada vez mais reconhecida como ferramenta real de liderança.
Não como misticismo. Mas como uma bússola em tempos de dados escassos, excesso de ruído ou urgência extrema.
“Quando usei mais a intuição, deu mais certo. Quando me prendi demais a dados e planilhas, perdi oportunidades.”
Bruno Villas
O excesso de dados pode enganar.
Pode paralisar.
E até desconectar o líder do essencial, e muitas vezes a intuição é que salva.
“Por ter acesso a muitos dados e informações, às vezes acabo decidindo por intuição com base em repertório.”
Rafaela Cechinel – Feedz
3.2.2 Observe
Observe a resposta que recebeu da sua intuição, veja a origem dela.
Ela veio do lugar certo?
Da conexão com o que realmente importa, com o propósito e ambições mais verdadeiras?
Ou veio do medo, da incerteza, em meio a uma grande ansiedade, num desejo de se livrar dessa dor?
A intuição não é o oposto da razão, muitas vezes ela é necessária, é o que me ajuda a decidir quando os dados ainda estão em silêncio, precisamos de velocidade e topamos poder errar se for rápido.
Mariana – Gupy
A Origem é fundamental nesse processo.
Uma vez seguro que essa solução veio para o melhor da empresa e negócio
3.2.3 Confronte
Às vezes, a intuição vem antes dos dados, e faz a gente ver o que os números e fatos ainda não mostram, mas ela não precisa operar sozinha.
A intuição pode dialogar com os dados, com a razão, com o time.
Quando se separam demais, algo pode estar fora do lugar.
“Normalmente o instinto e a razão andam lado a lado. Quando se separam demais, algo está fora do lugar.”
Victor Santos - Liv Up
Confiar demais, sem confronto, também é um risco sério como traz o Rodrigo:
“Aprendi que se estou muito certo de algo e ninguém me confronta, é sinal de perigo. Intuição boa também pede debate.”
Rodrigo Batista – Digitra
Debater, como traz também a Rafa:
“Provoque debates! Quando escutei a intuição e entrei em ação e não deu certo, foi porque deixei de considerar outras pessoas envolvidas.”
Rafaela Cechinel - Feedz
E entenda esse confronto como algo poderoso, e rápido, não é para perder muito tempo e procrastinar buscando mil debates, pois ai… dá na mesma né?
Entre em:
3.2.4 Ação!
A intuição também é coragem.
Coragem de decidir mesmo não tendo todos os “dados".
Coragem de bancar que a decisão tem uma dose de intuição sim.
“Arcando com as consequências com accountability. Prefiro decidir e aprender do que travar na incerteza.”
Daniel Wjuniski - Sallve
E essa coragem vem da clareza, não da impulsividade, de decidir em direção da ambição de buscar seu propósito, o que realmente importa.
“Acredito que uma parte da intuição é simplesmente coragem de decidir. E coragem, quase sempre, vem da clareza do que importa.”
Lucas Schoch - Bitfy
Como você está vendo, trabalhar usando a intuição é um processo profundo de aprendizado, de autoconhecimento, então:
3.2.5 Reflita
Sempre que tomar uma decisão com um bom grau de intuição busque refletir.
Aprender com a intuição exige refletir sobre ela.
Olhar para trás e entender de onde veio aquela decisão.
E o que ela ensinou.
“Acredito que a intuição tem sim uma parcela importante. Mas sempre tento entender depois se a decisão foi boa ou ruim e o que ela me ensinou.”
Felipe Oliva – Squid
Dizem que a intuição é a razão que você não sabe o porquê, fazer esse trabalho de Refletir pode te trazer clarezas e modelos mentais muito poderosos para próximas decisões.
“Sempre tentamos racionalizar a decisão depois, mas às vezes a intuição nos fez antecipar algo que os dados não mostram.”
Max Oliveira – Maxmilhas
3.2.6 Aprenda e Calibre.
Confiar na intuição é um músculo.
Quanto mais você escuta, mais ela acerta.
E quando erra, te ensina.
“Sigo muito a intuição, pratico muito, costumo acertar muito com a quando sigo meu coração. Aprendi a confiar”
Roni Cunha Bueno - Organica
Mas ela também precisa de humildade, não funciona assim para tudo…
De reconhecer os limites do próprio repertório.
E saber quando não se deve confiar tanto assim.
“A intuição quando alinhada com meu expertise funciona bem. Mas quando agi por instinto em áreas que não domino, errei forte.”
Paulo Deitos - Captable
Esses founders não nos deram fórmulas.
Mas deixaram um caminho:

A intuição é a voz da experiência, filtrada pelo que você realmente quer.
E calibrada com coragem, contexto e escuta.
HighLights

Conecte-se
A intuição é a escuta do que o corpo já entendeu antes da mente.
Ela nasce da experiência, mas também da coragem de silenciar.
Se você não está conectado com suas ambições mais verdadeiras, vai confundir intuição com medo.
Prática: Antes de tomar uma decisão difícil, busque a solitude.
Silencie notificações, respire, feche os olhos e pergunte: escute a resposta e

Observe
A origem do impulso importa.
Nem todo “feeling” é intuição. Às vezes é ansiedade disfarçada de sabedoria.
Observar de onde vem o impulso é o começo da sabedoria prática da intuição.
Prática: Quando vc escuta a resposta da intuição, investigue a origem: Se pergunte: essa resposta está vindo de onde? Da pressa ou da presença? Do medo ou da visão/propósito/ambição?

Confronte
A intuição não precisa andar sozinha.
Quando ela dialoga com os dados e com o time, vira uma bússola potente.
Mas quando opera isolada, pode errar mais.
Prática: Crie um ritual leve de confronto saudável:
Compartilhe sua intuição com 1 ou 2 pessoas de confiança e escute.
Conflito antes da decisão poupa caos depois dela.

Aja com coragem
Intuição é coragem em estado bruto.
É decidir sem saber tudo, bancar, ajustar, aprender.
É preferir o desconforto da escolha ao alívio ilusório da inércia.
Prática: Tome mais decisões baseadas na intuição.

Reflita para aprender
Toda decisão intuitiva carrega uma lição.
Mas ela só vira aprendizado se você voltar lá e investigar.
Sem julgamento, só curiosidade.
Prática: Três dias após a decisão, volte nela com essa pergunta:
  • “O que essa decisão me ensinou sobre mim?”
    Implemente o ritual da “decisão consciente”:
  • escreva: “Eu escolhi esse caminho porque ____”
  • Deu boa ou ruim?

Calibre com consciência
A intuição precisa de treino e humildade.
Nem todo assunto é território para ela operar sozinha.
Reconhecer seus limites é também liderar com sabedoria.
Prática: Mapeie onde sua intuição acerta mais:
  • Quais os contextos?
  • Quais os temas?
  • Quando ela falhou e por quê?

A intuição bem calibrada é uma aliada estratégica — não uma roleta.
3.3
Equilibrar Urgência com Cultura Saudável
A pressão por resultados rápidos nunca foi tão grande.
Chefes cobram.
O mercado acelera.
A concorrência pressiona.
Cenário
Muita pressão o que torna a pauta do bem-estar deixar de ser opcional.
Burnout, resignações silenciosas, demissões em massa, quiet quitting.
As lideranças estão no meio desse cabo de guerra.
Como entregar mais…
Sem esgotar o time?
Como cobrar com consistência…
Sem perder a mão?
E, no meio disso tudo, o líder também sufoca.
Atropelado por mensagens, sem tempo de qualidade, respondendo decisões estratégicas entre dois áudios no WhatsApp.
Sem espaço pra pensar.
Sem espaço pra respirar.
Executando, apagando incêndio, sustentando a energia do time e esquecendo da própria.
É um ciclo silencioso que se esgota.
E onde o curto-prazo engole o que realmente importa.
É aqui que entra um dos dilemas mais delicados da liderança contemporânea.
E quem empreende há mais tempo já aprendeu, às vezes na marra, o preço de não equilibrar esse jogo.
O que aprendemos com os Founders
“Acredito em ritmo forte com leveza. Resultado vem com consistência e não com pânico.”
Diego Carmona – Carmona Capital
Como conseguir essa leveza e consistência?
Entendemos com o os Founders que é um misto entre:
  1. Pertencimento que gera uma saúde social forte;
  1. Alinhamento que dá clareza a todos;
  1. Chamado para a coragem que traz todos para o palco do protagonismo.
Dessa forma para eles equilibrar urgência com cultura saudável não é sobre ritmo.
É sobre intenção.
3.3.1 Pertencimento
Construir um ambiente seguro é o mais potente para dar conta de equilibrar a Urgência com um ambiente seguro.
As startups, desde muito cedo, entenderam algo que muitas empresas tradicionais estão começando a descobrir agora:
um time que se sente pertencente segura mais o tranco do que qualquer processo de gestão.
Esse senso de pertencimento que gera a leveza no ambiente, mesmo sob um cenário desafiador é o que chamamos de saúde social.
Um tipo de confiança coletiva que não se impõe, se constrói.
“É importante valorizar e reconhecer as pessoas. Isso cria um ambiente onde o time entrega, mas não se desgasta, pois se sentem pertencentes”
Bruno Villas
O pertencimento nasce nas pequenas coisas:
  • Na celebração das conquistas de forma coletiva.
  • No sino tocado depois da venda.
  • Na cerveja do time depois de uma sprint.
  • Na mensagem pública que reconhece um gesto de generosidade.
E reforçam um valor essencial:
ninguém constrói nada grande sozinho.
“Despertar o senso de pertencimento e conquista coletiva ajuda o time a lidar melhor com a pressão.”
Rafaela Cechinel – Feedz
O reconhecimento, aqui, tem um papel central.
Valorizar pequenas vitórias. Aplaudir méritos. Tornar visível o que sustenta o dia a dia.
Não precisa ser um bônus, pode ser um olhar, uma fala.
Esses rituais simples geram energia de grupo, de time e de pertencimento, contruíndo um ambiente de saude social.
“Eu tinha um senso de urgência exacerbado no começo. Depois aprendi que, se não cuidar do time, o crescimento não se sustenta no longo prazo”
Max Oliveira – Maxmilhas
3.3.2 Alinhamento
Associado ao Pertencimento a clareza, é a segunda ferramenta fundamental.
“À medida que a empresa escala, é essencial ajustar os níveis de exigência com comunicação constante e autonomia na ponta.”
Victor Santos - Liv Up
Mas isso só acontece quando o líder alinha.
Alinha o time, alinha os gestores, alinha as decisões difíceis com a estratégia maior.
Alinhamento é uma prática contínua, não um anúncio no Slack.
“É extremamente difícil alinhar resultado rápido com um ambiente saudável. O segredo está no alinhamento total entre os gestores.”
Paulo Deitos - Captable
E quando há alinhamento real, surge autonomia.
Porque quando a direção é clara, a liberdade é possível.
Essa liberdade com autonomia, por sua vez, só se sustenta quando há maturidade para separar colocando o time como protagonista.
No fim tudo é sobre pessoas. Ter o time certo é o que faz realmente mudar ponteiros, por isso tentamos tratar nosso time como gostaríamos que eles tratassem nossos clientes, a sua cultura é a cultura que o cliente sente.
Mariana – Gupy
Uma comunicação clara falando os Porquês… por mais dificil… tirar atritos
“Quando explico o porque da urgência e trago clareza, dou autonomia e nasce o sentimento de dono; ai a entrega é natural”
Priscilla Erthal - Organica
mas não basta comunicar, tem que convocar!
3.3.3 Call to Courage
Todos desafios, por mais que difíceis, têm que ser feitos pelo propósito, em busca da ambição coletiva.
Porque o oposto disso é o medo, em um cenário que já dá medo, vira pavor e aí dá ruim de verdade.
Ela mina a cultura, sufoca a criatividade e enfraquece os vínculos, e faz as pessoas errarem mais do que deveriam.
Os founders sabem disso.
E por isso escolhem outro caminho:
“Fui aprendendo que a entrega precisa vir junto com confiança, não com ameaça. Isso muda tudo.”
Rodrigo Batista – Digitra
Cobrar com base em propósito.
Confrontar com respeito.
“Não acredito em resultados rápidos como fim. A urgência precisa ser alinhada com o que o negócio precisa de verdade.”
Daniel Wjuniski - Sallve
A urgência, quando bem conduzida, não gera pânico — gera movimento.
A cultura saudável não nasce da ausência de pressão.
Mas da presença da liderança.
HighLights

Pertencimento gera saúde social
Um time que se sente pertencente segura mais tranco do que qualquer processo.
Pertencimento não é discurso é vínculo. É ritual. É reconhecimento.
Prática: Crie rituais simples e frequentes de celebração coletiva. Pode ser um sino, uma mensagem no grupo, uma roda de reconhecimento. Esses gestos nutrem a cultura com conexão real.

Alinhamento constante reduz o atrito
Alinhar não é informar. É garantir compreensão, contexto e direção.
Só com alinhamento vem a autonomia. E só com autonomia vem maturidade.
Prática: Explique para além dos fatos, dando contexto. Isso reduz ruído e fortalece confiança:
  1. Por que estamos fazendo isso?
  1. O que está em jogo?
  1. O que não está?

Chame todos para o protagonismo
Liderar não é apressar é convocar.
Chamar para o protagonismo com base em propósito é diferente de pressionar e obrigar pelo medo. A cultura saudável nasce da presença, não da ameaça.
Prática da Organica: Abra momentos importantes com um “chamado ao coletivo”:
“Isso é difícil. Mas estamos aqui por um motivo. E vamos juntos.”
3.4
Tomar Decisões Difíceis sem Perder o Time
Nem toda escolha difícil precisa quebrar a confiança.
Cenário
Tomar decisões difíceis faz parte da liderança.
Mas nem toda decisão difícil é impopular.
E nem toda impopularidade precisa virar ruptura.
Demissões, cortes, mudanças de rota, freios em iniciativas queridas, pausas em sonhos grandes.
Em algum momento, todo líder vai precisar dizer “não” para algo ou alguém que gosta.
"Se quer agradar a todos, não seja líder, venda sorvete" Steve Jobs
A questão é: como fazer isso sem perder o time?
Como manter a cultura viva, a conexão preservada e a confiança minimamente intacta?
Como estão em cenário de mudanças rápidas, os fundadores sabem que isso não se resolve com fórmulas prontas.
Mas sim com postura, presença e muita escuta.
O que aprendemos com os Founders
Tomar uma decisão difícil é parte inevitável da liderança.
Mas há uma diferença enorme entre decidir… e liderar durante a decisão.
Os founders nos mostraram que o ponto não é só o conteúdo da decisão, mas como ela é comunicada, sustentada e sentida pelo time.
E isso passa por três atitudes fundamentais:
  1. Falar a verdade sem perder a amizade
  1. Dar contexto da decisão difícil
  1. Comunicação empática é o que sustenta depois
3.4.1 Falar a verdade sem perder a amizade
A liderança madura não se omitiu para proteger, ela compartilha com respeito.
Muitos líderes, ao tomarem decisões impopulares, optam pelo silêncio ou por mensagens diluídas, mas isso costuma gerar o efeito oposto: desconexão, desconfiança e ruído.
“Explico, dou tempo, escuto. E depois faço de novo. A confiança não se quebra por uma decisão difícil se quebra pela ausência.”
Mariana – Gupy
Falar a verdade com empatia constrói maturidade no time.
Minha estratégia sempre foi explicar meus motivos de forma clara. Mesmo que discordem, as pessoas respeitam quando sentem a verdade.”
Max Oliveira – Maxmilhas
Em momentos de tensão, esse vínculo é o que segura a cultura.
O não dito, o vago e o informal demais podem minar a confiança mais do que a própria decisão em si.
“Quem me conhece sabe, sou direta e reta; não dou voltas, mas sempre com respeito. Já tomamos decisões duras e, mesmo assim, fortalecer relações.”
Priscilla Erthal - Organica
O grupo não precisa concordar, mas precisa confiar que você está fazendo o melhor possível com as cartas que tem.
3.4.2 Dar contexto da decisão difícil
Toda decisão impopular carrega uma história.
“Aprendi que mesmo quando a decisão é certa, a forma como ela é comunicada pode traumatizar. Falo menos sobre o que precisa ser feito, mais sobre o porquê.”
Paulo Deitos - Captable
E líderes que compartilham o porquê conseguem manter o time junto, mesmo que o o quê não seja aceito de imediato.
“Várias vezes. Acredito que o segredo é a comunicação. Explicar o porquê com calma e deixar espaço para as pessoas digerirem.”
Felipe Oliva – Squid
E isso passa por você líder esta em paz com sua decisão, duro, mas confiante de que era o que precisa ser feito.
“Já tomei decisões impopulares, como cortes ou mudanças estratégicas. Nessas horas, preciso confiar que estou fazendo o melhor para o todo, mesmo que machuque no curto prazo.”
Diego Carmona – Carmona Capital
A falta de contexto transforma a decisão em ataque pessoal.
“Quando não há mais escolha, eu executo assumindo os riscos. Mas deixo claro que não é sobre ganhar ou perder, sobre uma pessoa ou outra. É sobre proteger o todo. Isso muda a percepção.”
Rodrigo Batista – Digitra
Mas quando os líderes compartilham o raciocínio, os dilemas e até as dúvidas…
…o time enxerga o ser humano por trás do cargo.
E isso, por si só, já muda tudo, pois a empatia é muito importante nesse momento de ambos os lados.
3.4.3 Comunicação empática é o que sustenta depois
Decidir é uma coisa. Cuidar do impacto da decisão é outra.
“Foi necessário investir muito na comunicação e cuidar da equipe no pós-decisão. Um momento difícil pode unir ou romper, depende do como.”
Rafaela Cechinel – Feedz
É aqui que entra a comunicação empática
não só no tom, mas no tempo.
No timing. No espaço para reação. No cuidado pós-decisão.
“Já fui direto demais. Hoje aprendi que o timing importa tanto quanto o conteúdo. Dar espaço depois da decisão é parte da liderança.”
Lucas Schoch - Bitfy
Algumas decisões só serão compreendidas com o tempo.
“Lido com isso acreditando que estou fazendo o que é certo. Não espero ser compreendido imediatamente mas sei que o tempo ajuda.”
Bruno Villas
Mas a liderança está em seguir presente durante esse tempo, com escuta ativa.
“Tomo decisões difíceis com base em princípios. Se for impopular, paciência. Mas nunca deixo de ouvir os impactos disso no time.”
Daniel Wjuniski - Sallve
E reafirmar o compromisso de atravessar a turbulência junto.
Nunca é facil tomar decisões difíceis, mas a resultante desta decisão pode ser uma bomba incontrolável que vai destruir a empresa ao longo praso ou pode fortalecer laços e braços fortes em busca do propósito.
HighLights

Falar a verdade sem perder a amizade
Não é uma decisão difícil que quebra a confiança.
É o silêncio.
É a omissão.
É o jeitinho para evitar desconforto.
Falar a verdade com respeito fortalece. Mesmo quando dói.
Prática:
Se faça essas perguntas:
  1. O que precisa ser dito?
  1. O que eu não quero omitir?
Como faço para deixar claro o desafio?

Dar contexto da decisão difícil
O time não precisa concordar com a decisão, mas precisa confiar no porquê.
A falta de contexto transforma decisões em ataques pessoais.
A clareza sobre o todo protege o coletivo.
Prática:
Sempre que possível, comunique decisões difíceis com três camadas:
  • “O que está acontecendo”
  • “Por que essa decisão foi necessária com o olhar do propósito e futuro do negócio”
  • “Como vamos passar por isso juntos”

Comunicação empática
Decisão não termina no anúncio.
Ela segue no impacto.
A liderança que atravessa bem momentos duros é aquela que continua presente no pós com escuta ativa, humildade e consistência.
Prática:
Pense antes de anunciar: Como posso dizer isso com respeito?
Após toda decisão difícil, agende um ponto de escuta com o time:
Se pergunte: Qual espaço preciso abrir depois da fala?
Abra canais de conversa e escuta.
Escute sem se defender, só entenda.
Isso reduz ruído, previne desgaste e constrói maturidade relacional.
4.0
Give back você também
Se você chegou até aqui, já percebeu:
o mundo lá fora mudou e a liderança que insiste em respostas fáceis vai ficar para trás.
Liderar hoje é um exercício diário de lucidez.
É saber agir mesmo quando não se tem certeza.
É sustentar a escuta quando tudo grita por reação.
É acolher as tensões sem se perder nelas.
Esse e-book foi construído para provocar.
Para refletir a realidade de quem vive o desafio de liderar em movimento.
E para mostrar que há potência onde antes havia apenas caos.
Mas também queremos deixar um convite.
distribua para o maior número de pessoas, juntos vamos construir a consciência de uma nova Liderança, mais inteira, mais humana e contemporânea
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Diagramação
Pamela Rodrigues
Realização:
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